Saúde e harmonia para sua face com o Dr. Rodrigo Carvalho
A cirurgia ortognática é indicada para corrigir desarmonias dentofaciais, como queixo projetado, recuado ou torto, alterações no crescimento da face e mordidas cruzadas esqueléticas. Essas condições podem prejudicar o encaixe dos dentes, a mastigação, a respiração, a fala e a estética facial. O procedimento reposiciona os maxilares, restabelecendo o equilíbrio da face, a função mastigatória, respiratória e a harmonia do sorriso.
Implantes dentários são pinos de titânio instalados nos maxilares para substituir um ou mais dentes perdidos. Atualmente, representam uma das melhores opções de tratamento para a falta de dentes, seja pela perda ou pela não formação. Após a colocação do implante, é instalada uma prótese, que pode ser de porcelana ou acrílico, dependendo do caso. O tratamento recupera a função mastigatória e a estética dentária, melhorando a alimentação, a fala e a autoestima do paciente.
Os sisos, também chamados de terceiros molares, são os últimos dentes a nascer e ficam na região mais posterior da arcada dentária. Em muitos casos, não há espaço suficiente para que ocupem a posição correta, podendo permanecer inclusos ou semi-inclusos. Quando mal posicionados, podem causar dor, inflamações, infecções, inchaço, dificuldade para abrir a boca, além de cáries, perda óssea e alterações nos dentes próximos. Em casos menos comuns, podem estar associados a cistos e tumores.
A cirurgia de enxerto ósseo é indicada quando há perda ou atrofia do osso após a perda de dentes, deixando a região muito fina ou curta para receber implantes. O procedimento aumenta o volume ósseo e pode utilizar enxertos do próprio paciente, de origem animal ou materiais sintéticos. Após a cirurgia, é necessário um período para a formação de novo osso, que geralmente varia de 3 a 9 meses. Em alguns casos, o enxerto pode ser realizado junto com o implante ou no momento da extração dentária, ajudando a evitar a perda óssea.
Existe uma grande variedade de doenças ou alterações que acometem a boca e a região buco-maxilo-facial. Cistos, tumores, úlceras, lesões infecciosas. É essencial que se faça um diagnóstico rápido e preciso, para o tratamento mais efetivo.
Implantes zigomáticos são implantes especiais, indicados para casos complexos em que não há estrutura óssea para colocar implantes convencionais. São casos de atrofia (perda óssea) avançados, que exigiriam várias cirurgias reconstrutivas e um tempo de tratamento de mais de um ano. Com os implantes zigomáticos, é possível evitar múltiplas cirurgias e tratamentos longos, realizando a carga imediata e finalizando o tratamento dentro de 3 a 10 dias!
Desconfortos na face, mandíbula ou região dos dentes podem estar relacionados a sisos inclusos, infecções ou alterações ósseas.
Mandíbula muito projetada, retraída ou mordida cruzada podem afetar a harmonia facial e prejudicar a mastigação.
Quando a posição dos maxilares compromete a mastigação eficiente e pode até interferir na dicção.
A ausência de um ou mais dentes pode comprometer a mastigação, a estética e a estabilidade da arcada.
Dificuldade para abrir completamente a boca, bocejar ou falar, muitas vezes acompanhada de dor ou tensão.
Quando o osso está fino ou baixo, pode ser necessário realizar enxerto ósseo antes da instalação dos implantes, ou usar implantes especiais.
Ronco e apneia do sono podem ter relação com o posicionamento inadequado da mandíbula e maxila.
Sisos inclusos ou semi-inclusos podem causar dor, inchaço, infecções recorrentes e dificuldade de higienização.





Dr. Rodrigo Carvalho Pinto Coelho é Cirurgião Buco-Maxilo-Facial com mais de 20 anos de formação em Odontologia pela UFMG, Doutor em Odontologia pela UFMG, Mestre em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial pela PUCRS e Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial pela UFMG, além de possuir pós-graduações em cirurgia ortognática, cirurgia de ATM e cirurgias avançadas em Implantodontia. É também Major Dentista do Exército Brasileiro. Atua como professor desde 2014, é coordenador da Especialização em Implantodontia do Instituto Bignoto e do Curso de Aperfeiçoamento em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial do CETRO BH, além de professor convidado em cursos de pós-graduação. Possui experiência clínica, hospitalar e acadêmica em cirurgia ortognática, cirurgia da ATM, implantes dentários, implantes zigomáticos, enxertos e reconstruções ósseas, cirurgia oral, traumatologia facial e patologia oral e maxilofacial. É membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e da ITI – International Team for Implantology, integrando o corpo clínico de importantes hospitais de Belo Horizonte, como Rede Mater Dei, Lifecenter, Orizonti, Hospital Belo Horizonte, São Lucas, Evangélico, Luxemburgo e Belvedere.
100% de avaliações positivas
A cirurgia ortognática é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral e, geralmente, exige de 24 a 48 horas de internação. O procedimento é feito por dentro da boca, sem cicatrizes externas. A recuperação inicial costuma exigir repouso domiciliar de 15 a 20 dias, com retorno gradual às atividades.
O tratamento possui, em geral, 3 etapas: preparo ortodôntico pré-cirúrgico, cirurgia ortognática e finalização ortodôntica. Em alguns casos, é possível fazer a cirurgia primeiro e depois realizar o tratamento ortodôntico. O tempo de tratamento varia de acordo com cada caso e é discutido na consulta de avaliação.
A cirurgia ortognática é realizada para corrigir problemas de mordida (oclusão dentária), melhorando a mastigação, a respiração e a fala. Corrige também desarmonias faciais, restabelecendo o equilíbrio e estética facial.
O cirurgião buco-maxilo-facial vai avaliar a estabilidade dos dentes, para saber se a cirurgia pode ser realizada, ou se será necessário algum ajuste ou preparo antes da cirurgia. Serão realizados também exames de tomografia da face, escaneamento dos dentes, análise facial e planejamento virtual em programas específicos de cirurgia, para o planejamento da ortognática.
Em geral, os convênios médicos têm cobertura para os principais custos, como hospitalização, anestesia e materiais necessários para a cirurgia. Alguns podem cobrir também os honorários da equipe cirúrgica, com sistema de reembolso. Na consulta inicial, todas essas questões são esclarecidas, de acordo com o convênio do paciente.
O tratamento com implantes possui duas fases principais: a instalação cirúrgica do implante e a confecção do dente, coroa ou prótese sobre ele. Em muitos casos, é possível realizar a chamada carga ou estética imediata, adaptando o dente no mesmo dia ou poucos dias após a cirurgia.
Normalmente são cirurgias rápidas e seguras, sem expectativa de dor. A anestesia local e a sedação são seguranças adicionais para um procedimento indolor.
O enxerto ósseo pode ser indicado quando o paciente não possui quantidade suficiente de osso para receber o implante. Isso pode acontecer após a perda de dentes e a consequente atrofia óssea. Dependendo do caso, o enxerto pode ser feito junto com o implante ou antes, com um período de espera que costuma variar de 3 a 9 meses.
São implantes especiais usados em casos de pacientes com grande atrofia óssea (falta de osso severa) no maxilar superior, permitindo fazer uma prótese fixa, parafusada, que, na grande maioria dos casos é instalada poucos dias após a cirurgia, evitando várias cirurgias e evitando tempo longo de tratamento.
Sim. Em muitos casos, podemos fazer o que chamamos de protocolo com carga imediata. Nestes casos, fazemos a cirurgia para instalação de implantes e seguimos para a confecção da prótese final, finalizada em 3 dias, ou até cerca de 10 dias, evitando cirurgias adicionais, enxertos e um tempo longo de tratamento.
O termo mais adequado não é rejeição, e sim não integração. Essa complicação é bastante rara. O sucesso com implantes varia entre 98 e 99% dos casos. Condições como cigarro, má higiene bucal, hábitos como apertamento dos dentes ou bruxismo podem diminuir os índices de sucesso.
Não. A remoção dos sisos é indicada quando eles estão inclusos, semi-inclusos, causam dor, infecção, cáries, perda óssea, risco de cistos ou quando há indicação ortodôntica. A necessidade de extração deve ser avaliada individualmente pelo cirurgião bucomaxilofacial.
Em geral, são feitas remoções dos 4 sisos de uma única vez, ou 2 sisos de um mesmo lado da boca. Cada paciente deve ser avaliado individualmente para uma correta indicação.
Os pacientes recebem anestesia local e a cirurgia só se inicia após completa perda da sensibilidade dolorosa. A sedação superficial é um complemento valioso para aumentar o poder de anestesia e diminuir a ansiedade, fator comum nesses procedimentos. Assim, o controle da dor é efetivo. Além disso, medicações específicas são usadas antes, depois e cuidados pós-operatórios contribuem para uma recuperação mais favorável.
Em geral, são 2 a 3 dias de repouso domiciliar e 1 semana sem atividades físicas.